Este é um blog de uma pessoa que é curiosa sobre moda e quer descobrir mais. Música, cinema, video clipes, sites e otras cosas mas que são bacanas. Porque a gente quer comida, diversão e arte!
O mês de abril chegou com belas capas nas revistas que fazem parte de toda pessoa que é curiosa sobre moda. E é cada uma mais bonita que a outra. Bom pra gente!
Um festival de cores e de belas imagens. Assim é a campanha da Hèrmes. Para divulgar as echarpes, muito movimento. E se você pensa que fotos são estáticas, vai rever seu conceito ao ver o grande trabalho de Paolo Roversi. Perfeito!
O Even better dessa vez vai falar sobre um dos artistas mais polêmicos e talentosos: Marilyn Manson. Ele é o número um na hora de chocar e melhor ainda na hora de fazer versões de clássicos dos anos 80. Para começar, vamos logo à perfeita "sweet dreams" do Eurythmics. O clássico da dupla britânica se tornou numa música extremamente sensual. Com uma guitarra forte e vocais guturais, Marilyn se mostrou ímpar ao dar cara nova aos doces sonhos.
Sweet Dreams
Personal Jesus
Outra ótima versão é da "Personal Jesus", dos divos Depeche Mode. A letra critica os religiosos eletrônicos e algumas inconveniências que alguns religiosos mais radicais cometem, tais como comprar a fé das pessoas. Como criticar a religião é o mote do Marilyn, ele deixou a música mais irônica e sarcástica ainda. Sempre acompanhado das guitarras marcantes, ele marcou outro gol de placa ao reler o Jesus pessoal.
Tainted Love
Para fechar a trilogia das belas versões, temos "Tainted Love" do Softcell, que virou a trilha sonora para os pole dancing da vida. Sim, sim! Mais uma vez ele deixou a marca da sensualidade na melodia da canção. Sem falar que o clipe (dirigido por Phillip G. Atwell) faz uma crítica aos estereótipos dos clipes de rap - hip hop, com direito aos carros pulando e moças requebrando de biquíni. Essas três versões do Marilyn Manson ficaram tão boas ou melhores que as originais, igualando em termos de originalidade e identidade musical impressas tão fortes quanto as clássicas em seu surgimento. Esqueça a cara feia, os olhos de cores diferentes e embarque na boa música que ainda é produzida e devidamente homenageada. Salve as versões do MM!
Uma das minhas bandas favoritas está de volta: o Keane. E voltando ao velho estilo piano agitado e vivo de ser. Digo isso porque agora eles são em 4 e não mais em 3. E apesar do novo integrante tocar guitarra, violão e outras coisas mais, o que ainda está marcando o som dos ingleses é o piano e a melodia de Tim Rice-Oxley. Ao contrário de Is it ny wonder? - que tinha uma guitarrinha - Silenced by the night segue no fiel piano e mostra que o ex trio continua em boa forma e com sua assinatura musical cada vez mais forte. Silenced é uma bela canção e tem um belo vídeo que foi feito em terras americanas. Merece todas as ouvidas!