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terça-feira, 17 de julho de 2012

Locas por la calle


Madonna lança mais um ótimo single do CD MDNA. O escolhido pela diva pop foi Turn up the radio, uma canção feita para as pistas de dança, como esse novo trabalho da cantora ítalo-americana. Para fazer a divulgação, ela escolheu o diretor Tom Munro, o mesmo com quem ela trabalhou em Give it 2 me. O vídeo foi feito em Florença, Itália e mostra Madonna recrutando rapazes para dar uma voltinha de carro pelas ruas da cidade. O interessante é como Madonna interagiu com os fãs e com o pessoal que estava pelas ruas na hora em que ela estava gravando o vídeo. E mais bacana ainda é a crítica que ela faz à perseguição dos fotógrafos famintos por cliques inusitados e também como ela se divertiu durante as filmagens.

Agora é ligar o rádio (ou o vídeo) e curtir Madonna!




Por Sandra Martins.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Hoje é dia de Rock, bebê!

Jack e a ex-wife

Nada melhor para o dia do Rock do que celebrá-lo com moda e música! E para a festa ser completa, o post de hoje coloca a grande versão de Burt Bacharach feita pelo White Stripes "I just don't know what to do with myself" que ganhou um vídeo lindo em preto e branco dirigido por Sofia Coppola e estrelado por uma das modelos mais rockers: Kate Moss. Sem falar que Jack White tem um pé na moda, já que foi casado com a modelo britânica Karen Elson. Hora de ver Kate Moss e a pole dancing mais sexy do vídeo clipe.



Por Sandra Martins.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fashion Video: Alarm Call

Alexander McQueen era uma daquelas figuras extremamente criativas e que deixava essa capacidade atingir outras áreas. Além de fazer coleções completamente loucas e adoradas por celebridades e cantores, ele dirigiu um clipe. E a escolhida foi Bjork, que também era uma de seus seguidores fashion. A canção que ganhou as imagens foi "Alarm Call". No vídeo, Bjork interage com a natureza num cenário de cores fortes e marcantes. Flutuando num pedaço de madeira, ela dialoga dos elementos da floresta e acaba se tornando um deles ao final.

Bjork é a rainha dos clipes estranhos e criativos. E esse não foge à regra e entra na coleção dois vídeos marcantes da cantora islandesa. A direção de McQueen dá uma identidade maior ao estranhismo visual de Bjork, que sempre nos dá vídeos cheios de signficados imagéticos fortes.

Vamos conferir o trabalho da dupla?




Bjork - Alarm Call by Alexander McQueen.

Por Sandra Martins.

sábado, 7 de abril de 2012

Even better than the real thing: Marilyn Manson

O Even better dessa vez vai falar sobre um dos artistas mais polêmicos e talentosos: Marilyn Manson. Ele é o número um na hora de chocar e melhor ainda na hora de fazer versões de clássicos dos anos 80. Para começar, vamos logo à perfeita "sweet dreams" do Eurythmics. O clássico da dupla britânica se tornou numa música extremamente sensual. Com uma guitarra forte e vocais guturais, Marilyn se mostrou ímpar ao dar cara nova aos doces sonhos.


Sweet Dreams



Personal Jesus

Outra ótima versão é da "Personal Jesus", dos divos Depeche Mode. A letra critica os religiosos eletrônicos e algumas inconveniências que alguns religiosos mais radicais cometem, tais como comprar a fé das pessoas. Como criticar a religião é o mote do Marilyn, ele deixou a música mais irônica e sarcástica ainda. Sempre acompanhado das guitarras marcantes, ele marcou outro gol de placa ao reler o Jesus pessoal.




Tainted Love

Para fechar a trilogia das belas versões, temos "Tainted Love" do Softcell, que virou a trilha sonora para os pole dancing da vida. Sim, sim! Mais uma vez ele deixou a marca da sensualidade na melodia da canção. Sem falar que o clipe (dirigido por Phillip G. Atwell) faz uma crítica aos estereótipos dos clipes de rap - hip hop, com direito aos carros pulando e moças requebrando de biquíni. Essas três versões do Marilyn Manson ficaram tão boas ou melhores que as originais, igualando em termos de originalidade e identidade musical impressas tão fortes quanto as clássicas em seu surgimento. Esqueça a cara feia, os olhos de cores diferentes e embarque na boa música que ainda é produzida e devidamente homenageada. Salve as versões do MM!




Por Sandra Martins.

domingo, 18 de março de 2012

Even better than the real thing: Cake

Versão de música é algo muito perigoso pra se fazer. Geralmente, elas ficam ruins e ao invés de prestar uma homenagem, acabam fazendo o artista original ter arrepios de medo. No caso aqui dessa nova parte do blog, foram achadas belas versões e algumas delas chegaram a ser melhores do que a original. Essa coluna vai falar das boas roupagens que nos foram apresentadas e caíram bem aos ouvidos.

Para começar, a versão selecionada foi a banda californiana Cake, que fez um lindo trabalho ao dar nova vida ao clássico I will survive de Gloria Gaynor. A regravação foi feita para o segundo álbum do grupo, Fashion Nugget e rapidamente se transformou num clássico das regravações. Com um ritmo gostoso, um instrumental ritmado e suingado, o Cake deve ter feito Gloria dar pulos de felicidade ao gravar essa pérola. Sem falar no vídeo, que mostra um guarda de trânsito um tanto quanto perdido e desmotivado ao correr atrás dos infratores, enquanto canta os versos que vão dar força ao "eu sobreviverei". Ótima versão e ótimo clipe. Nota 10!

E aí, o que você achou?

Por Sandra Martins.


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Freedom 2012

Vídeo clipe e moda. Essa é uma mistura que sempre rende bons trabalhos e coisas belas de se ver. Falando dessa parceria bem sucedida, a gente lembra logo de George Michael e seu mítico vídeo Freedom 90. Numa época em que os modelos estavam ganhando o status de celebridades e se destacando pela beleza e talento, o cantor resolveu prestar uma homenagem a todos que estavam se destacando por aqueles dias. A década de 90 marcou a consolidação de George e um rompimento com o antigo estereótipo que ele tinha nos anos 80. Nesse clipe, ele literalmente explode com os símbolos que marcaram sua carreira até então. E pra deixar tudo mais forte e belo, ele fez essa seleção de modelos que incluiu Naomi Campbell, Linda Evangelista e Cindy Crawford. E pra comandar esse time de beldades, o diretor de cinema David Fincher, que é responsável por filmes como Seven, Clube da Luta, Zodíaco e a Rede Social. Uma combinação perfeita só poderia dar num clipe explosivo.

Como ele se tornou um marco vídeoclíptico, pedi para pessoas envolvidas com moda escolherem novos personagens para uma versão revisitada do clássico de Michael. Convidei Ian Bernardino do blog Morbid Glamour, a modelo internacional (e potiguar!)Rafa Xavier e o estilista Riccardo San Martini. Cada um deu uma nova roupagem ao clipe que culminou numa mistura interessante e bem criativa. Vamos aos eleitos?

Rafa Xavier, modelo.

“Seriam as Angels!”





Riccardo San Martini, estilista e 1000 em 1.

MULHERES: Lea T no lugar de Tatjana Patitz. Andrej Pejic no lugar de Linda Evangelista.Gisele Bündchen no lugar de Cindy Crawford. Leila Lopes no lugar de Naomi Campbell. Carmen Dell'Orefice no lugar de Christy Turlington.


HOMENS: Robert Pattinson no lugar de John Pearson.Rick Genest no lugar de Mario Sorrenti.Andrej Pejic no lugar de Peter Formby.

Ian Bernardino

Fiz uma listinha com os nomes dos modelos e os seus "respectivos" atuais. Não usei nenhum critério específico, apenas o fato de eu gostar do modelo e achá-lo parecido com o modelo da versão original. Aliás, só com a Cindy e com a Lara eu usei um critério: a pinta da Cindy que virou a marca dela equivale ao dentinho separado da Lara, que também é uma marca dela.”

Naomi Campbell - Emanuela de Paula

Linda Evangelista - Arizona Muse

Christy Turlington - Natasha Poly

Tatjana Patitz - Rosie Huntington-Whiteley

Cindy Crawford - Lara Stone

John Pearson - Paolo Anchisi

Mario Sorrenti - Ben Hill

Peter Formby - Jon Kortajarena

E aí, o que acharam desse time de escolhidos? As opções foram bem variadas e poderiam dar uma bela nova versão ao Freedom. E se tratando do vídeo, que tal a versão original?


Por Sandra Martins.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Mission Impossible

Eu sei que é um blockbuster, é comercial, trelelê e tralalá. Mas o fato é que adoro um filme de ação e se for Missão Impossível entro na sala de cinema na hora. Gosto muito da franquia e esse MI4 superou minhas expectativas. O roteiro bem amarrado, as cenas de explosão, perseguição e escalada (Tom Cruise escalando um prédio em Abu Dabi, só pra variar) e um toque de humor fazem dessa quarta missão muito bem sucedida. Ethan Hunt está mais James Bond do que nunca e o destaque da película vai para dois personagens que chegaram pelas bordas e fizeram o diferencial: William Brandt e Simon Pegg, sendo este último responsável pelas sacadas de humor do filme. Já o William de Jeremy Renner tem uma reviravolta bacana na história, que termina com gosto de continuação.

A produção segura do fazedor de sucessos JJ Abrahams marca esse MI4 como o melhor ou no mínimo, empatado com o primeiro filme da franquia. E falando no primeiro filme, ligações com ele são reveladas durante a cena final.

Numa geral, o filme agrada ao público feminino (tem Tom Cruise, o Jeremy e ainda um bonitão de Lost, Josh Holloway) e ao público masculino, com as ótimas cenas de ação. O saldo final? a mensagem não tem jeito de que vai ser auto destruída na quarta parte. Aguarde a parte 5.

Sim, como não poderia deixar de ser, escolhi as duas melhores músicas do MI. A versão da dupla Larry Mullen Jr e Adam Clayton do U2 para o tema clássico da série e a grandiosa I disappear do Metallica.

Por Sandra Martins.



Clipe de Missão Impossível I


Metallica, baby!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Look at my face

Adoro vídeo clipes, sempre que tenho a oportunidade estudo a linguagem e simbologia deles. Para esse post, selecionei dois clipes que adoro: Head Over Feet de Alanis e Nothing Compares 2 U, de Sinead O'Connor. Cada um marcando uma década diferente e retratando o envolvimento de suas intérpretes com a música. Interessante como uma entra em transe e a outra chora copiosamente. Mais bacana ainda é a forma de close que os clipes foram feitos. Uma ideia simples mas que dependendo do diretor e do artista, pode sair do lugar comum dos closes up.

Por Sandra Martins.



domingo, 9 de outubro de 2011

As bonequinhas da Audrey

Audrey Hepburn e sua bonequinha fazem 50 anos de muito luxo. Quando Truman Capote publicou o romance em 1958, não imaginou que ele seria tão bem retratado no cinema pela bela Audrey Hepburn. O filme (lançado em 1951), dirigido por Blake Edwards virou um ícone de moda e cultura. O vestido preto virou uma tendência e hoje é uma peça obrigatória no guarda roupa de quem tem bom senso em vestir-se. O penteado usado por Holly (Audrey) é o mais copiado até hoje no Reino Unido, ganhando da magreza de Kate Middleton e outras celebridades mundiais. Os óculos no estilo gatinho hoje estão de volta e Audrey é cultuada como ícone fashion, celebridade e ativista pelos direitos humanos, tendo visitado países no continente africano e ajudado a várias causas.




Além de se tornar referencial no cinema e moda, o livro de Capote serviu também de inspiração para a banda Deep Blue Something, que usou o título do livro/filme e Audrey Hepburn para compor a canção "Breakfast at Tifanny's".

Audrey conseguiu com essa personagem, entrar no imaginário de todos e marcar com delicadeza, esperteza e meiguice uma época romântica num filme que hoje é um clássico e referência para todos.

Por Sandra Martins.

Fonte: Google Images.




domingo, 18 de setembro de 2011

Adele versão Linkin Park!


Pois é, pessoal!

Adele é diva, faz música de qualidade e ganha muitos prêmios. Rolling in the deep virou um hino cantado por várias pessoas. E como não poderia deixar de ser, já ganhou uma versão cover do Linkin Park. Isso mesmo, Linkin Park! Não se assuste, hehehe. A versão do LP ficou muito bacana, mais crua, apenas com voz e piano. E é tão bom saber que o Chester também canta sem urrar! A voz limpa e no tom deram ao hino de Adele uma roupagem inesperada e muito bacana! Vale a pena ouvir.

Por Sandra Martins.