domingo, 19 de fevereiro de 2012

Da book one zillion.

Fofo!


Gostei da saia!


O moicano é mais forte, mas o combo shorts+camisa branca é sempre bom!


Quebrando o preto. Versão brazuca? Cor mais clara e sem a meia calça. Versão de frio? Igualzinha a da foto.

Customizando pro carnaval!



Corre que ainda dá tempo de customizar a roupa pro carnaval.Afinal, a festa segue até quarta de cinzas e nada que uma boa olhada no guarda roupa não resolva pra fazer aquela fantasia e ainda renovar uma peça. A dica vem de Riccardo San Martini. Enjoy it!

Por Sandra Martins.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Carnaval em casa? Vai pro cinema!

O Motoqueiro Fantasma 2


A Dama de Ferro


Reis e Ratos


O Homem que não amava as mulheres


A Invenção de Hugo Cabret


Tem opção para todos os gostos. Pra quem não gosta da badalação do carnaval, aproveitar o cinema é uma boa pedida!

Por Sandra Martins.

Michelle Williams, a grata surpresa de Hollywood.

Michelle Williams é a pequena notável do cinema americano. Uma querida e atriz de grande talento, ela vem surpreendendo a cada novo papel. Dessa vez, ela interpretou ninguém mais ninguém menos que a diva Marilyn Monroe.

Por causa de seu talento e gosto para os looks de red carpet, escolhi algumas fotos pra iluminação modística das adoradoras de vestidos. E aí, qual o melhor visual dela?





Por Sandra Martins.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

No paraíso do Havaí?


Um filme no Havaí... Aí você pensa logo em surf, muita gente de biquíni e sunga e amores praianos. A única coisa dessas que falei que se encaixa no filme Os Descendentes são os amores praianos, ou melhor, um casamento com uma grande surpresa. Esse é apenas uma das várias histórias que cercam a película de Alexander Payne. Nela, George Clooney é Matt King, que vê sua vida mudar radicalmente de uma hora para outra depois do acidente que deixou sua esposa um vegetal. Com isso, ele se vê perdido ao entrar no mundo de suas duas filhas (uma adolescente e outra mais nova), já que passou a vida enfurnado num escritório de advocacia e ainda tem que lidar com uma negociação que vai vender uma bela e grande parte de terra que pertence á família desde o início da ocupação da ilha americana.

Mas como diria aquela máxima, se já está ruim pode ficar pior. Por causa desse acidente e da aproximação com a filha mais velha, ele acaba descobrindo que a esposa o traía. Antes de saber dessa bomba, ele recebe a notícia do médico que a esposa está no limiar da morte e que é necessário o desligamento das máquinas. Aí surge a dúvida: ele vai desligar logo por vingança ou vai atrás do amante da mulher? O que seria lugar comum foi rejeitado. O que Matt faz é pegar as duas filhas e ir atrás do Ricardão para avisar da morte da amante.

Outro ponto que sai dos clichês é a forma como a relação familiar é mostrada. Nada a ver com aquelas fotos de família perfeita ou daquelas tramas batidas de novela das 9, comédias românticas ou filmes com lição de vida. O que Alexander fez com Os Descendentes foi mostrar como o patriarca da família lida com situações limite e com parentes mercenários que apenas querem aproveitar o dinheiro da venda do tal terreno. E que ainda tem que conviver com um amigo abestalhado da filha mais velha e com os amigos que sabiam da traição e sempre esconderam dele.

As interpretações? As filhas de Clooney se destacam. Shailene Woodley como a filha adolescente consegue mostrar toda a frustração com a traição da mãe e a passividade do pai. Amara Miller como Scottie também dá conta do recado e se destaca na cena em que encontra com o homem que foi responsável pelo acidente de mar que causou a internação da mãe.

Os Descendentes é um filme que uns podem dizer que as pessoas vão achar bom porque Clooney é galã, outros vão achar que a narrativa é arrastada. Pra mim, ele tem pontos positivos porque não caiu no clichê de filmes de relacionamentos familiares. Ponto pro diretor, que acertou ao deixar o filme hora dramático, hora cômico e hora trágico. Um bom filme.

Por Sandra Martins.


Da book!

Lindo casaquinho de renda!


Tão arrumadinho!


Adooooro navy!


Por Sandra Martins.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O poderoso Clint

Elegância, garbo, bom gosto. E muita discrição. Essas são as palavras que podem resumir o que colocaria J.Edgar na mesmice ou na caricatura. Mas quem assumiu o comando pra contar a história do praticamente criador do FBI foi ninguém mais do que Clint Eastwood. E o cara tem o costume de fazer coisa boa. E muito boa. E ele mais uma vez não decepciona com J.Edgar. A mão segura de Eastwood mostra um homem que gostava dos holofotes, que mudou o curso da história do FBI e o transformou numa referência em termos de investigações, que tinha todos os podres dos grandes nas mãos. E a qualquer falha ou ameaça deles de acabar com o FBI, ele entrava em ação e mostrava um dossiê que convencia o grandão a desistir de puxar o tapete do Edgar.

Luz, câmera, ação: Clint e DiCaprio.

Hoover e "Hoover".
Leonardo DiCaprio mostra mais uma vez que amadureceu em termos de interpretação. Nem chega a lembrar aquele naufrágio que foi Titanic. A idade e os bons diretores com quem ele tem trabalhado fizeram a diferença. DiCaprio faz um Edgar Hoover atormentado, com enorme poder nas mãos, egocêntrico, dominado pela mãe e apaixonado por Clyde.Outros destaques do filme são Naomi Watts, como a secretária pessoal de Hoover que prioriza o trabalho ao casamento e Armie Hammer que fez Clyde, o grande amor e parceiro de Hoover e Judi Dench, como a mãe que profetizou o destino do filho.

Clyde e Hoover

Aí eu retorno ao que falei no início do texto. Quando começaram os rumores para a realização desse filme, muito se falou sobre a homossexualidade de Edgar. Que esse seria o mote principal do filme. Só que esse, era apenas um detalhe na vida do homem que revolucionou os Estados Unidos. E só Clint para trabalhar com esse assunto de maneira tão firme e bela. Não caiu em lugar comum de pessoas efeminadas ou afetadas, apenas mostrou uma relação de carinho, afetividade e respeito entre duas pessoas. E como elas se doavam. E como elas viveram juntas até a morte de Edgar. Só um diretor com sensibilidade e maturidade poderia fazer isso ser bem sucedido.

Sem falar na fotografia que dá um ar de identidade histórica, o figurino impecável, as locações, as atuações de ótimo desempenho. E sem sombra de dúvidas, Clint. Ele pode ter 80 e poucos, mas sabe como ninguém dirigir um filme. J.Edgar pode entrar facilmente na lista de belos filmes do Eastwood.


Naomi Watts, a secretária toda poderosa.



Por Sandra Martins.