Este é um blog de uma pessoa que é curiosa sobre moda e quer descobrir mais. Música, cinema, video clipes, sites e otras cosas mas que são bacanas. Porque a gente quer comida, diversão e arte!
sábado, 14 de julho de 2012
Even better than the real thing: Jamie Cullum
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Hoje é dia de Rock, bebê!

segunda-feira, 2 de julho de 2012
Prometheus: uma odisséia no espaço

Enjoy July: festas de julho!
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O rock com piano continua!

Strangeland confirma que o grupo não é daqueles que se encaixa na lista dos que fazem um ótimo disco de estreia e acabam decaindo. Com o passar dos álbuns, eles se sobressaem cada vez mais com canções belas e de qualidade. O Cd começa com a voz de Tom Chaplin na “you are young”, sem arranjos de introdução. Perfeito. A melhor forma de se iniciar o disco. Após a ótima abertura, temos o primeiro single: “Silenced by the night”, o tiro certeiro para apresentar Strangeland aos nossos ouvidos. Música com cara de hit dos bons. Depois vem “Disconnected”, o segundo single que tem uma letra que fala sobre as voltas que acontecem nos relacionamentos, os mesmos erros repetidos. Andando em círculos, um cego guiando o outro. Uma canção com melodia forte e marcante. Seguindo, temos “Watch how you go” e o terceiro single “"Sovereign Light Café", eletrizante, forte, bela e Keane na sua identidade. Com uma letra saudosista, a canção ganhou um vídeo com participação de ginastas. E um cenário de praia para complementar o clima da música. “On the Road”, “Starting line”, “Black Rain” são exemplos de letras de bom gosto associadas ao instrumental sempre competente. Elas falam de assuntos rotineiros sem ser clichê. Falar de amizade e amor sem ser piegas é complicado e o Keane faz isso com maestria, sem banalidades. “Neon river”, “Day Will come”, “In your own time” e “Sea fog” fecham a lista das 11 canções bem sucedidas do Keane.
Com esse álbum, a banda marca definitivamente seu lugar entre os bons nomes da música britânica. Arranjos bem executados, uma voz que evolui e uma energia enorme no palco são os trunfos do Keane. Se esse é o primeiro disco deles que ouve, vai dar vontade de descobrir os outros e se encantar com a produção esmerada desses rapazes. Quer ouvir música boa? Ouça “Strangeland” e agradeça aos deuses da música pela inspiração que eles deram aos ingleses.
Por Sandra Martins.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Flor de Manacá

sábado, 9 de junho de 2012
A rainha malvada e o caçador




Mas o filme é da Charlize Theron, já que por mais que Kristen se esforce para ser uma princesa ativa e guerreira, ainda não tem as condições para duelar de verdade com Charlize, que apesar de começar a película como uma rainha botulínica, ao decorrer da trama, ela vai ganhando ares de rainha louca e obcecada pelo seu objetivo de conseguir o coração da princesa. Suas roupas escuras ajudaram ainda mais na composição do personagem e ela toma o filme para si, juntamente com os outros personagens secundários, como os anões.
Opa, e voltemos ao conto de fadas. Outro ponto interessantíssimo é o rumo que toma a conhecida love story da princesa Branca de Neve com o Príncipe Encantado, que são separados ainda crianças quando a Rainha Má mata o Rei pai da Branca de Neve e toma o reino, expulsando a maioria dos moradores. Aí eu pergunto: lembra do título do filme? Ah e não se preocupe, não chega a ser um spoiler destruidor de narrativas.
A lição de moral? Ainda há blockbusters bem feitos. Ainda há adaptações de contos de fadas bacanas. Eu fico me perguntando como seria se Tim Burton estivesse na direção, como seria o resultado.
Antes que esqueça: sim, há saída para a falta de tino de interpretação para Kristen Stewart: trabalhar com Lars Von Trier. Aí ela vai aprender a interpretar de verdade e se livrar da pálida e insossa Bella do vampiro Edward.
Por Sandra Martins.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Le mari de la coiffeuse




domingo, 3 de junho de 2012
Arte por perto: Patrícia Sousa





sexta-feira, 1 de junho de 2012
These are the men in black!

Trilogia blockbuster hollywoodiana é um caso para se desconfiar da narrativa do filme. Mais precisamente de um que sucede outro não tão bom assim. Essa era a receita que Homens de Preto 3 poderia ter seguido. Poderia, mas não seguiu. O diretor Barry Sonnenfield decidiu fazer uma história para apagar de vez o Homens de Preto 2 e conseguiu uma terceira parte com todos os elementos: humor, criatividade, uma pitada de drama e claro, muita meleca.
A história toda acontece quando Boris, the Animal foge da prisão que fica na lua, decide voltar no tempo e matar o agente que decepou seu braço e o enviou para a prisão por 40 anos: o agente K. E para evitar que desgraça maior aconteça, o agente J também volta no tempo para tentar consertar os erros que foram cometidos ainda na década de 60, mais precisamente em 1969, no dia do lançamento da Apollo 11 no Cabo Canaveral. A partir daí, se desenvolvem ações e muitas piadas que se você não matou as aulas de história e geografia, vai entender muito bem. Ele também conta a origem da amizade e escolha de K por J para ser seu parceiro de trabalho. Muita coisa é explicada no filme e ao seu final, tem um toque de drama que pega os desavisados.
Mas o que mais me chamou a atenção no filme foi a boa atuação de Josh Brolin. Sabe aquele menino dos Goonies? Ele cresceu e fez um filme maravilhoso chamado Onde os fracos não tem vez. E caiu como luva nesse Men in Black 3 no papel do agente K mais novo no auge da década do rock e da moda. Além de ser parecido fisicamente com Tommy Lee Jones, ele mostrou um lado mais humano e alegre do sempre entufado K dos dias atuais. Sem falar também em Will Smith, que vestiu tão bem como em Men In Black 1 o uniforme da organização. E também temos a ótima participação de Emma Thompson como a agente O e paixão platônica de K. Sim, e mais uma vez temos um pop star como alienígena: Lady Gaga. No outro filme, o top E.T era Michael Jackson.
Na perseguição aos E.T’s, Homens de Preto 3 é uma boa diversão. Pode ser comercial, pode dar muito lucro, mas isso não tira o brilho que o filme tem, se igualando ou ficando até melhor que o primeiro da trilogia.
Por Sandra Martins.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Polanski para Prada
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sexo, drogas e rave





quinta-feira, 10 de maio de 2012
Projeto Vem No Sábado: Rita Machado
sábado, 5 de maio de 2012
Espelho meu



O que realmente chama a atenção no filme é a forma como a trama foi conduzida, fugindo do machismo do conto original e seguindo a linha “princesa independente” que iniciou com o Alice de Tim Burton. Nesse, a princesa além de conseguir o reino de volta para o pai, ainda consegue se casar com o príncipe e se livrar da Rainha Má. É uma boa pedida pro programa vespertino, sem falar no detalhe que está na sessão das 15:00 no cinemark. Se você gosta de contos de princesas na telona, é uma boa chance de ver uma versão inusitada da menina da maçã.
Por Sandra Martins.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Even better than the real thing: Rolling Stones
Like a rolling stone - The Rolling Stones
Rolling Stones e Bob Dylan. O que eles tem a ver? Muita coisa, começando pela excelente versão do clássico de Dylan, "Like a rolling stone", que a banda de Mick fez. A música por Bob Dylan já era significativa e regravada pelos britânicos ficou mais bacana ainda. Seja pela referência direta ao nome da banda na música ou pela interpretação, a versão dos Stones ficou tão boa quanto a versão original. Outra coisa muito boa nessa música é o vídeo que os Stones fizeram. Eles chamaram o criativo Michel Gondry (conhecido pelos vídeos de Bjork) e Patricia Arquette para dar vida à personalidade mutante da canção. O clipe mostra a visão de uma pessoa desequilibrada e perdida, se refletindo na forma como a imagem é mostrada. Gondry mais uma vez acertou a mão e presenteou os Rolling Stones com mais um clipe que vai entrar para a galeria dos mais bacanas. Agora é assistir e ouvir a versão dos Stones e ver como se faz boas versões.
Por Sandra Martins.
sábado, 14 de abril de 2012
Belas parcerias de Whitney
sábado, 10 de março de 2012
Top 5 do Oscar 2012
O ARTISTA
O prêmio maior da cerimônia deste ano foi para um bom filme. Meu coração, no entanto, batia mais forte por “A Árvore da Vida” e adoraria tê-lo visto vitorioso. Nada mais inusitado do que fazer, em pleno século 21, um filme mudo e em preto em branco, enquanto grande parte da indústria cinematográfica está se rendendo a avanços tecnológicos como a evolução do 3D e do motion capture. O enredo é, em si, extremamente simples, pouco original e previsível. Mas isso pouco importa. A última preocupação do filme é soar original, ou melhor, no caso dele, ser original é justamente imitar um modelo "fora de moda". Desde a primeira sequência, Hazanavicius nos mostra que se trata de um filme de alto teor metalinguístico. O diretor faz uso de diversos recursos típicos do cinema antigo, nos brindando com ótimas gags visuais, sobreposição de imagens, utilizando com frequência a transição de íris (círculo), brincando com a iluminação, com os estilos e gêneros (indo da comédia pastelão ao melodrama e passando pelo aventura de capa e espada, e até mesmo pelo expressionismo alemão numa ótima sequência de sonho). O diretor francês prova não apenas gostar da era de ouro hollywoodiana, como também ser um profundo conhecedor da mesma. O filme faz referências a diversos artistas e é possível identificá-los em vários momentos. Como homenagem, o filme é um delicioso entretenimento e uma aula de cinema. Mas com certeza será esquecido dentro de poucos anos.
A ÁRVORE DA VIDA
É provavelmente o filme mais metafísico de Terrence Malick, um trabalho de recortes, um mosaico de representações e de símbolos. Em meio à exibição de dois momentos da vida do protagonista, a infância e a fase adulta, o diretor reconstitui o nascimento do universo e as diversas formas de vida da natureza. Esteticamente exuberante, parece tentar, através de suas belíssimas imagens, abarcar todos os sentimentos do mundo. Contando com uma fotografia linda de Emmanuel Lubezki e com fantásticos efeitos visuaiss, o filme poderia ser chamado de "O espetáculo da vida". Mas não é um filme de diálogos. A mãe, interpretada com uma sensibilidade maravilhosa por Jessica Chastain, é uma figura silenciosa. Pura representação do amor, ela tem uma relação íntima com a natureza, estando sempre em contato com ela. O pai, interpretado de maneira correta pelo sem-muita-expressão Brad Pitt, é a figura da autoridade. “A Árvore da Vida” é um filme bastante ambicioso. Com qualidades técnicas inegáveis e sensibilidade ao tratar de várias questões humanas, beira a excelência.
AS AVENTURAS DE TINTIM
A primeira animação de Spielberg já tem lugar garantido na lista dos melhores filmes de aventura do diretor. Em “As Aventuras de Tintim”, temos um Spielberg inspirado, que brinca com todas as possibilidades que a câmera digital lhe oferece. Os belíssimos travellings e planos-sequências, marcas do diretor, são abundantes e de uma extrema sofisticação. As sequências de ação são grandiosas e de tirar o fôlego e é impossível não reconhecer Indiana Jones em quase todas as cenas. Mas se não bastasse ser um filme de aventura impecável, também resgata, de certa forma, o gênero capa-e-espada, com vários combates memoráveis, o melhor deles entre Sir Francis Haddock (Andy Serkins, sempre ótimo) e seu arqui-inimigo Sakharine (Daniel Craig, também excelente) a bordo do navio Licorne. Spielberg, como uma criança diante de um brinquedo novo, parece se divertir com as possibilidades da animação. O longa se revela excelente em seus aspectos técnicos, na captura de movimentos, na qualidade da animação. Como era de se esperar, a trilha sonora de John Williams é fantástica (confesso que fiquei apreciando a música do filme durantes os créditos finais). Divertido, eletrizante, o filme é a oportunidade de ver Steven Spielberg em grande forma e de volta à aventura.
HISTÓRIAS CRUZADAS
Uma comédia (melo)dramática que não deixa de ser adorável, mesmo com seus tropeços. Isso se deve aos personagens humanos e encantadores que povoam sua narrativa. Destacando-se ainda pela caprichada direção de arte e figurino, o filme é uma coleção de grandes performances, embalada por uma história emocionante, e ainda se dá ao luxo de usar a participação especial da maravilhosa Sissy Spacek. Dominado por grandes atuações femininas, Viola Davis, comprova seu imenso talento ao fazer de Aibileen uma personagem que carrega a dor no olhar e que parece chorar mesmo quando não está. Octavia Spencer dá um show em cada cena que aparece, assumindo o papel mais cômico do longa. A jovem Emma Stone esbanja carisma e Bryce Dallas Howard está irreconhecível como a vilã do filme, em uma atuação impressionante. Jessica Chastain, que já havia feito um ótimo trabalho em “A Árvore da Vida” (2011), prova sua versatilidade e é, sem dúvida, uma das maiores revelações de 2011. Um drama delicado, mas nada original.
A INVENÇÃO DE HUGO CABRET
O que esperar de um filme dirigido por um dos maiores diretores vivos do cinema sobre a sétima arte? Respondo: puro encanto. Martin Scorsese já havia provado em “O Aviador” (2004) sua maestria ao reconstituir a Era de Ouro de Hollywood. Em “A Invenção de Hugo Cabret”, emociona ao tecer uma bela homenagem ao mestre George Méliès. Uma homenagem a Méliès e uma declaração de amor ao cinema. É um filme feito para adultos que não têm medo de voltar a serem crianças e redescobrir o encantamento que a sétima arte pode provocar em nós. Uma aula de cinema e sobre o cinema. Scorsese não mede esforços para nos impressionar. Já na cena de abertura, através de uma fusão, ele faz engrenagens se transformarem na Place Charles de Gaulle (ou Place de l'Étoile) em Paris. Em seguida, através de um travelling de tirar o fôlego, que atravessa toda a estação Montparnasse, ele nos apresenta a Hugo, o herói da trama. Uma obra memorável, mas está longe dos grandes momentos do diretor.
por Antonio Nahud Júnior


