domingo, 12 de maio de 2013

Love in the afternoon

Imagine quando alguém tem a brilhante ideia de fazer uma filme usando um trecho de sua música favorita da Legião Urbana. Qual o resultado? Para essa que escreve quase um festival de lágrimas. Para os fãs da banda, uma bela e honesta homenagem ao rock de Brasília e em especial a Renato Manfredini. Antes que paus e pedras sejam arremessados ao filme, é bom conferir no cinema. A mim, não foi clichê e o que mais me surpreendeu: não fez do gosto de Renato Russo por meninos um rabo de pavão. O filme é bastante sincero e como aparece no final, é uma livre interpretação da vida de Renato antes de ser o vocalista cultuado que ele se tornou.


Tudo começa em Brasília ainda na década de 70 e termina em 1985, quando a banda faz o histórico show no Circo Voador. A narrativa é ágil, tem uma câmera viva que acompanha as sinuosidades da personalidade e situações de Renato. Seu refúgio na literatura e na música e na amizade de Aninha, que seria a inspiração para Ainda É Cedo. 



O outro perigo que poderia acercar o filme seria o protagonista. Sim, teria de se achar um ator que fizesse um Renato Russo sem exagero e que transmitisse toda a personalidade forte que ele tinha. A escolha caiu em Thiago Mendonça. Sim, ele fez o Luciano em os Filhos de Francisco. E podemos dizer que Luciano é uma poeirinha frente ao desafio de fazer o Renato.E foi com competência e ótima interpretação que Thiago fez um Renato digno. Não foi caricato e nem carregado nas afetações. Foi tudo na medida certa e a caracterização deu mais vida ainda à transformação do ator. Os outros personagens também foram acertados. Os pais de Renato ficaram na responsabilidade de Marcos Breda e Sandra Coverlone. Destaque também para Laila Zaid, que fez a Aninha. E ainda tem mais: o filho de Dado Villa-Lobos faz o papel do pai. O elenco foi outro acerto do diretor Antônio Carlos Fontoura.



Mais pontos positivos: mostrar bandas como Capital Inicial, Plebe Rude, Paralamas surgiram. Ver um Herbert Vianna mocinho, um Dinho Ouro Preto energético e um embrião do punk rock brasiliense em crescimento é uma verdadeira máquina do tempo e causa emoção a quem vivenciou esse desabrochar musical brasileiro em meio a um governo com resquícios militares.



Enfim, é um filme que pode ser saudosista mas é verdadeiro. Bom para os fãs, bom para quem quer saber um pouco mais de Renato Manfredini Russo e pra quem quer saber como tudo começou na icônica cena musical da década de 80.


Por Sandra Martins.


Mother's Day!

Hoje é o dia das mães e nada melhor do que falar um pouco de algumas que se destacam na música e na moda. A primeira é Victoria Beckham. Spice Girl, estilista e mãe pop. ela virou referencial e incluiu os pimpolhos na rodada.


Como não poderia deixar de ser, temos também a angel mom Alessandra Ambrósio. Ela e seus filhos já participaram de campanhas de moda e Ambrósio é uma das modelos mais requisitadas e Angel importante da Victoria's Secret. 





Outra mamãe fashionista é a sempre inovadora Gwen Stefani do No Doubt. Além de cantar, compor, lançar tendências, ela tem sua própria coleção e como Victoria, colocou os filhos na moda, bem ao estilo Stefani. 





Por Sandra Martins.

sábado, 11 de maio de 2013

Blazer, terninho, casaco... Qual o nome?

Eu e minha eterna dúvida de como chamar essa peça da parte de cima de um terno. Chamo do nome que me vem mais a ver com a roupa na hora. O blazer é uma peça que dá uma quebra ao descontraído ou deixa o descontraído mais sério. E agora ele virou parte essencial dos look da personagem Amora em Sangue Bom. 

Quer incrementar o visual? É só escolher um tecido leve para o calor de Natal e mandar ver no blazer!



 
 
 
 Do LookBook.Nu
 
 
 

Por Sandra Martins.

E agora, legging?

A calça legging é uma peça que fica na linha tênue entre o bem vestir e o vulgar. Dependendo da forma que se usa, ela acaba perdendo sua leveza e virando uma roupa que ao invés de favorecer, acaba mostrando aquilo que se quer disfarçar.

É uma peça versátil que cai bem com jaquetas, trench coats, camisetas e terninho. E para incrementar, pode lançar mão de lenços, echarpes e outros acessórios que tornam o look bem bacana. E na hora da dúvida sobre como usar, aqui vão algumas dicas pescadas pelo mundo virtual da moda. 






Por Sandra Martins.

Fonte das fotos:



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Os 30 anos de Flashdance... What a feeling!


O filme que enchia as minhas tardes de música e dança está fazendo 30 anos. Flashdance e seu reinado na Sessão da Tarde deixavam todas as meninas com vontade de dançar como a Jennifer Beals. Quem viveu na década de 80 foi presenteado com bons filmes musicais que marcaram essa época. 



A história da operária que queria se tornar parte de uma importante escola de balé conquistou a todos e hoje é referência na lista dos filmes musicais por causa das cenas e da trilha sonora. Quando tocava "What a feeling", os pés começavam a se mexer na lembrança da coreografia da cena final. A canção ganhou vários prêmios, como o Oscar, Globo de Ouro e Bafta. E lançou ao mundo a jovem de 19 anos Jennifer Beals. Hoje em dia, ela está participando de seriados, entre eles o famoso The L Word. Ela também ganhou um papel de destaque no excelente filme O livro de Eli, com Denzel Washington e Gary Oldman. Já o galã conquistador e namorado dela no filme, Michael Nouri, também está na linha dos seriados e apareceu em House, NCIS e The O.C. 

Com tudo isso, Flashdance é junto com Dirty Dancing e Footlose, um dos referenciais de filmes de dança oitentista. E o elenco pode ficar contente por ser ícone de uma década tão rica e criativa. 




Abaixo temos a famosa cena final, o teste para a escola de balé, em que Alex (Jennifer) mistura jazz e dança de rua para conquistar a banca selecionadora.


Por Sandra Martins.

Super cute II

Doggy style



Por Sandra Martins.

Capas de Maio

Já estamos em maio e as capas desse mês vieram comemorativas e especiais, com convidados de primeira classe e super models.


 
















Por Sandra Martins.