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sábado, 14 de julho de 2012

Even better than the real thing: Jamie Cullum

Depois de longo período de hibernação, a coluna Even Better Than The Real Thing está de volta em dose dupla. O talento da vez é o de Jamie Cullum, da safra do novo pop jazz. Esse menino tem a categoria e a musicalidade de deixar qualquer cantor de uh uh la la yeah de boca aberta pela capacidade de fazer uma música de ótima qualidade. Jamie já tem 6 CD's de estúdio e neles ele recheou com canções autorais e algumas versões.

Escolhi duas grandes versões desse moço. Uma delas é o típico exemplo de como transformar água em vinho ou como fazer uma canção pop de verdade. A versão de "Don't stop the music" de Rihanna deixa a original da descoberta de Jay Z no chinelo. Com uma classe e musicalidade perfeitas, Jamie revive a canção chiclete de Riri, tornando-a algo belo de ser ouvido e de ser agradecido por ter sido feita. Ou melhor, regravada. Com um piano de tirar o fôlego, Jamie destila todo seu talento para mostrar que boa música pode sim ser feita. Sem falar no ritmo que a música teme que realmente faz jus ao título da canção, que diz para não parar a música. Essa música te leva a mexer os pés sem querer e dá uma sensação de livres movimentos, levando a pessoa que sentiu literalmente o feeling da canção a sair rodopiando por aí. Rihanna, baby, senta no banquinho e aprenda direitinho como se faz!


Já a outra versão é a da clássica Everlasting Love, que já teve regravações de vários, dentre eles o U2, que também deu uma roupagem exímia à canção. Mas o tempero que Jamie colocou nela também é de se destacar. Tanto que ficou igualmente bela à feita pelos irlandeses. Nesse caso, o novo de Jamie veio a somar ao belo original da década de 60, sem deixar a usual classe musical que faz parte do estilo dele.





Por Sandra Martins.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Even better than the real thing: Rolling Stones


Like a rolling stone - The Rolling Stones


Rolling Stones e Bob Dylan. O que eles tem a ver? Muita coisa, começando pela excelente versão do clássico de Dylan, "Like a rolling stone", que a banda de Mick fez. A música por Bob Dylan já era significativa e regravada pelos britânicos ficou mais bacana ainda. Seja pela referência direta ao nome da banda na música ou pela interpretação, a versão dos Stones ficou tão boa quanto a versão original. Outra coisa muito boa nessa música é o vídeo que os Stones fizeram. Eles chamaram o criativo Michel Gondry (conhecido pelos vídeos de Bjork) e Patricia Arquette para dar vida à personalidade mutante da canção. O clipe mostra a visão de uma pessoa desequilibrada e perdida, se refletindo na forma como a imagem é mostrada. Gondry mais uma vez acertou a mão e presenteou os Rolling Stones com mais um clipe que vai entrar para a galeria dos mais bacanas. Agora é assistir e ouvir a versão dos Stones e ver como se faz boas versões.


Por Sandra Martins.


sábado, 14 de abril de 2012

Belas parcerias de Whitney


Post naftalina! Duas canções ótimas e duas grandes parcerias. A diva Whitney Houston mais George Michael e Enrique Iglesias. Duas músicas dançantes e gostosas para qualquer pista de dança. Enrique sensualizando e George com sua classe de ícone pop. Vamos a bailar?

Whitney+George= If I told you that


Whitney + Enrique = Could I have this kiss forever


Por Sandra Martins.