
Este é um blog de uma pessoa que é curiosa sobre moda e quer descobrir mais. Música, cinema, video clipes, sites e otras cosas mas que são bacanas. Porque a gente quer comida, diversão e arte!
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Hoje é dia de Rock, bebê!

quarta-feira, 11 de julho de 2012
Even better than the real thing: The Killers
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O rock com piano continua!

Strangeland confirma que o grupo não é daqueles que se encaixa na lista dos que fazem um ótimo disco de estreia e acabam decaindo. Com o passar dos álbuns, eles se sobressaem cada vez mais com canções belas e de qualidade. O Cd começa com a voz de Tom Chaplin na “you are young”, sem arranjos de introdução. Perfeito. A melhor forma de se iniciar o disco. Após a ótima abertura, temos o primeiro single: “Silenced by the night”, o tiro certeiro para apresentar Strangeland aos nossos ouvidos. Música com cara de hit dos bons. Depois vem “Disconnected”, o segundo single que tem uma letra que fala sobre as voltas que acontecem nos relacionamentos, os mesmos erros repetidos. Andando em círculos, um cego guiando o outro. Uma canção com melodia forte e marcante. Seguindo, temos “Watch how you go” e o terceiro single “"Sovereign Light Café", eletrizante, forte, bela e Keane na sua identidade. Com uma letra saudosista, a canção ganhou um vídeo com participação de ginastas. E um cenário de praia para complementar o clima da música. “On the Road”, “Starting line”, “Black Rain” são exemplos de letras de bom gosto associadas ao instrumental sempre competente. Elas falam de assuntos rotineiros sem ser clichê. Falar de amizade e amor sem ser piegas é complicado e o Keane faz isso com maestria, sem banalidades. “Neon river”, “Day Will come”, “In your own time” e “Sea fog” fecham a lista das 11 canções bem sucedidas do Keane.
Com esse álbum, a banda marca definitivamente seu lugar entre os bons nomes da música britânica. Arranjos bem executados, uma voz que evolui e uma energia enorme no palco são os trunfos do Keane. Se esse é o primeiro disco deles que ouve, vai dar vontade de descobrir os outros e se encantar com a produção esmerada desses rapazes. Quer ouvir música boa? Ouça “Strangeland” e agradeça aos deuses da música pela inspiração que eles deram aos ingleses.
Por Sandra Martins.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Flor de Manacá

sábado, 28 de abril de 2012
40 anos de um clássico!

Com seus figurinos coloridos e exagerados (também andrógino), Bowie marcou mais uma vez seu nome na história da cultura mundial. sábado, 14 de abril de 2012
Belas parcerias de Whitney
domingo, 15 de janeiro de 2012
Express your way
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Capa de Segunda Pele

2. Segunda Pele
3. Bem À Sós
4. O Nego E Eu
5. Altos E Baixos
6. Você Não Poderia Surgir Agora
7. Esquirlas – Part.: Jorge Drexler
8. Pavilhão De Espelhos – Part.: Ballaké Sissoko, Vincent Segal
9. No Bolso
10. Deixa Sangrar
11. A Brincadeira
12. No Arrebol
domingo, 25 de dezembro de 2011
Parabéns pra Natal!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
We miss your long dark hair and the way you liked to sing...

Pequenos diamantes. Assim podem ser classificadas as canções do CD póstumo da Amy Winehouse. Os tesouros escondidos mostram como ela era exímia cantora e como ela dava uma interpretação toda dela às canções. Uma voz forte, limpa, jovem ecoando grandes músicas para alegria de nossos ouvidos e tristeza de nossos corações ao lembrar que ela se foi tão cedo, nos deixando sem sua brilhante musicalidade. Mas ainda ficamos com 3 ótimos exemplos de sua produção musical. Esses tesouros escondidos é um achado, tanto na qualidade dos arranjos quanto na interpretação única de Amy.
As favoritas? O disco inteiro. Os destaques? A versão lenta de “tears dry on their own”, “like smoke”, a clássica “Valerie” e a versão de “the girl from Ipanema”, que ficou perfeita na voz da inglesa, que deu todo um suingue e malemolência ao grande tema de Jobim. Isso sem falar no dueto com Tony Bennett.
Esse disco é aquele que vai ficar na coleção das belas coisas produzidas por pessoas com talento que se foram cedo. Amy era o tesouro escondido que não soube se adaptar à saída do baú. O mundo era uma descoberta louca demais pra cabeça montada de Amy, que ainda conseguiu deixar um legado de valor enorme pra música mundial e deleite dos apreciadores da boa música.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Ela sim é Diva!

Esqueçam Katy Perry, Rihanna, Kesha e afins. E as “divas” momentâneas do axé. Elba Ramalho coloca todas elas no chinelo! Com uma energia contagiante, Elba deu um show no Teatro Riachuelo nesse domingo 11. O show começou atrasado, mas a cantora esclareceu logo que teve a oportunidade de falar. Burocracias às vezes protelam a entrada do artista no palco. Mas deixando esses detalhes de lado, o fato é que Elba é a verdadeira diva da música brasileira, especialmente da nordestina. Com 30 anos de carreira, várias canções que marcaram a vida de várias pessoas e um currículo que conta com parcerias e contribuições do naipe de Chico Buarque, Dominguinhos e Lenine, Elba mostrou porque é referência na música brasileira.
Emendou praticamente uma música na outra e quando parava, era pra contar os causos de sua vida, de como ela chegou ao Rio e conheceu as pessoas que mudaram a vida dela. Interagindo com a platéia e com uma ótima banda (destaque para o zabumbeiro que deu um show a parte), Elba destilou novas canções, canções de parcerias, canções de novelas, canções de nossas vidas. Chão de giz, Morena de Angola, Banho de Cheiro e uma homenagem a Nossa Senhora (que ela é devota) foram apenas algumas das pérolas cantadas por Elba.
Uma homenagem ao grande Luiz Gonzaga (que completaria 100 anos ontem) também foi feita. O hino do Nordeste foi cantado com toda a platéia no coro. As músicas românticas fizeram parte do set list e várias de Accioly Neto enfeitaram mais ainda o concerto da boa música nordestina. Ao presenciar um verdadeiro show, esquecemos completamente do levanta a mão axegístico que domina as rádios e televisões, sem falar nas bandas eletrônicas de forró, que deturpam toda a essência do ritmo presenteado por Luiz Gonzaga.
Essas cantoras de CD deveriam fazer um estágio com Elba Ramalho de como se conduzir e cantar de verdade num show. Ela sim consegue entreter, cantar, tocar, interagir e ainda atuar no palco. A sensação que temos ao fim de um show como esse é de que nossa saída de casa valeu muito a pena, pois fomos presenteados com um espetáculo da melhor qualidade e comprometimento do artista para com seu público.
Por Sandra Martins.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Há vida depois de uma boy band!
Uma das categorias mais criticadas da indústria musical é a boy band. Elas são fabricadas, ensaiadas até a exaustão e alvo de venenosos comentários. O mais repetitivo é de que seus componentes não tem talento e não sobreviveriam fora dessa zona de conforto. Como diria o famoso ditado clichê, toda regra tem sua exceção e eu achei 3 boas exceções! Um americano, um europeu e um latino.
Comecemos com o representante que após vários anos resolveu parar de se reprimir e assumir sua natureza: Ricky Martin. Ele construiu um verdadeiro império na música pop latina e ainda invadiu os Estados Unidos, mostrando que o Menudo também produzia astros com talento e carisma suficiente pra viver fora do aquário. Provando seu poder, o rapaz fez parcerias com Madonna e Christina Aguilera, quebrando essa redoma de cristal e se tornando um dos artistas latinos mais bem sucedidos, abrindo espaço para vários outros.

Saindo da América Latina e indo para a terra dos Beatles, encontramos Robbie Williams. Saído da boy band Take That como o menino mau, ele se mostrou como o mais bem sucedido que tentou carreira solo da banda. Seu primeiro single foi uma regravação muito boa da música “Freedom” de George Michael. Logo em seguida, ele lançou a canção que é o cargo chefe de sua carreira, a balada “Angels”. Ela já cantou com Kylie Minogue, já fez clipe com Daryl Hannah, gravou com Nicole Kidman e provou que também é um cantor baile. Ou seja, as rotas musicais de Robbie são um sucesso e ele se firmou como um grande talento dentro do entretenimento musical.

Mudando de continente, chegamos aos Estados Unidos e até Justin Timberlake. Ele era da banda concorrente do Backstreet Boys, o N’Sync. E era o queridinho das fãs, o que cantava e dançava melhor entre os garotos e todos diziam que se a banda acabasse ele seria o que se daria melhor. E acertaram! Justin fez dois álbuns que receberam ótimas críticas, trabalhou com produtores com toque de Midas (Timbaland e Pharrel Williams), deu uns pegas em Scarlet Johansson em um clipe e desabafou sobre o fim do namoro com Britney em outro. Não contente com a musica, ele embarcou no cinema e se deu bem. Fez filme indicado ao Oscar (A Rede Social), uma ficção científica e ainda uma comédia romântica que foge a todos os padrões do estilo, “Amizade Colorida”, em que trabalhou com Mila Kunis e dizem as más línguas, levou as cores do filme para a vida real.
Esses meninos tiveram coragem e talento suficiente para tentar uma carreira fora daquilo que era confortável e certo pra eles. E o melhor de tudo, estão fazendo música pop de boa qualidade.
P.S.: Robbie ensaiou uma volta com o Take That, mas foi por pouco tempo, apenas pra matar as saudades. Ele está de volta na carreira solo.
Por Sandra Martins.

