

Este é um blog de uma pessoa que é curiosa sobre moda e quer descobrir mais. Música, cinema, video clipes, sites e otras cosas mas que são bacanas. Porque a gente quer comida, diversão e arte!


Cordel Encantado acabou e vai deixar muitas saudades no horário das seis, que vai ser tomado pela novela A vida da gente e a interpretação sem tempero da Fernanda Vasconcelos, que praticamente vai repetir seu papel naquela novela em que ela engravidava e era abandonada pelo namorado. Só resta saber se isso também vai se repetir.
Mas falemos de uma novela boa de verdade, Cordel. Com base nos elementos de figurino dessa novela, pedi pra Rose Freitas do Devaneios Fashion e pra Dani (foto abaixo) do Eu não sou modelo criarem visuais inspirados no folhetim das seis. Como noveleiras de Cordel, as duas toparam e eis aqui a parte II dos visuais.

Nesse mundo em que um festival conhecido pelo rock traz cantores de axé, só faltava uma bomba dessas: o fim da aclamada e maravilhosa banda R.E.M. Na falta de coisa melhor pra fazer, Michael Stipe e sua trupe decidiram encerrar as atividades após 31 anos de um ótimo serviço aos nossos ouvidos, tão ávidos por boa música. Vindos de Seattle, o R.E.M deu um fôlego novo ao rock, com sua melodia na medida e seus riffs de guitarra que marcaram uma época. O R.E.M é muito mais do que "Losing my religion" é um ícone da música mundial e vai causar um vácuo enorme. Ainda bem que um tesouro inestimável foi deixado pra gente! Então, celebremos os 31 anos de ótima música do R.E.M.
O vídeo abaixo é uma das minhas canções favoritas da banda e reflete bem o que os fãs fizeram durante todos esses anos, carregando o R.E.M nos braços e curtindo o seu som.
Por Sandra Martins.

A grande marca do figurino feminino foram os vestidos e saias. Com detalhes ricos, as roupas chamaram a atenção das mulheres e quem sabe, não começou a tendência das saias longas, já que novela dita algumas coisas da moda.
Todas as roupas femininas eram marcadas pelo romantismo das peças e até o figurino da personagem Penélope (que era mais boy like) ficou suave e muito bacana, sem parecer aquela coisa de mulher travestida de homem.
Já o figurino real chamou a atenção pelo visual meio Star Wars das personagens Rainha Helena e o vestido de casamento de Doralice, que me fez lembrar das roupas da Rainha Amigdala, da versão mais nova de Guerra das Estrelas.

Samambaias, luz, um Camelo... Não você não está num deserto, mas sim no show do Marcelo Camelo no Teatro Riachuelo! Foi nesse clima de oásis no deserto que o El Hermano fez um show redondinho para agradar aos fãs de seus trabalhos solo e também aos fãs de sua banda, o Los Hermanos.
Com a consciência de que trabalho solo exige um recomeço e uma nova conquista de fãs, Marcelo interagiu de maneira bastante simpática e conversou com a platéia (pra lá de participativa) sempre que havia oportunidade durante o show.
O público foi o segundo show, cantando todas as músicas e ainda pedindo a volta do Los Hermanos. Já a apresentação do Camelo foi boa. A banda dele é de grande competência e executava belos arranjos. Outro ponto bacana deles foi a interação com o pessoal. Gugu (do sopro) virou um sex symbol/celebrity da noite.
Mas falemos da música. O concerto poderia ser Los Hermanos em um só componente. A musicalidade da banda ainda é fonte marcante nas melodias e letras de Marcelo Camelo. Como se fosse um LH sem o Amarante, o Barba e o Bruno. Uma continuação da banda sem os outros músicos.
No geral, a apresentação foi muito boa. Apesar do climão Los Hermanos, Camelo mostrou seu trabalho solo com empolgação e fez um belo concerto dentro do que ele se propôs. Mostrou suas canções e ainda algumas músicas do LH, fazendo a alegria dos fãs. E ao final, as samambaias do oásis foram distribuídas para os afortunados escolhidos por Marcelo e sua banda. No fim, foi uma noite muito agradável para fãs do Camelo e para os mais ardorosos fãs dos Los Hermanos.
Por Sandra Martins.